30.8.09

Sr. Diplomata...

Completando a terceira fase da releitura do Opala, a frente Diplomata.


Como seria uma reestilização da releitura (ou seria releitura da reestilização?) utilizei a mesma carroceria do Opala Luxo no qual tinha modelado, modificando principalmente a frente e traseira assim como foram as remodelações em sua história. Desta vez quis fazer um visual mais parecido com o padrão atual da marca, com a grade cortada ao estilo do Malibu.


A lanterna traseira é horizontal como nos Opalas da década de 80, mas seguindo o desenho do farol com um degrau deixando a parte de dentro mais fina. A entrada de ar na coluna C era o diferencial desta geração do Opala, quanto a ser falsa ou não, fica da imaginação de cada um, rs. Agora só faltam a Caravan e o Cupe remodelados.

O carro foi totalmente modelado no 3D Max como visto abaixo, no entanto usei uma imagem real para o fundo (fonte: autogaleria.pl), com a ajuda do P.Shop encaixei o carro na posição correta.


Render do Diplomata em 3D Max

Reveja as outras fases das releituras e a história do Opala no IDD
Opala Luxo
Opala Comodoro
Caravan
Cupe

História do Opala (última parte)

Com 500.000 unidades vendidas o Opala recebeu profundas modificações em 1980 como a frente com farois quadrados e novas lanternas traseiras. Surgia um modelo ainda mais luxuoso, o Diplomata. A linha Opala ainda ganhou motores a alcool. Em 1981 um novo painel e em 1983 um sistema de ignição eletrônica e quinta marcha em overdrive

Em 1988 o Opala passou por nova remodelação, novos faróis em formato de tapezio, novos capô e painel e em 1991 mudanças como para-choque envolvente e a perda do quebra-vento. O Opala encerrou sua produção em 1992



21 comments:

itSamuhh said...

Caramba Du...que trabalho INCRIVEL..
o carro está perfeito. Parabens!

Nanael Soubaim said...

Sóbrio, discreto, elegante, bem proporcionado e sem agressividades visuais desnecessárias; É o Opala Diplomata modelo 2009/2010. A grade deveria ser copiada por todos os Chevrolet. Não deveria, mas continuo me surpreendendo com o teu bom gosto.

Du said...

Sim, a idéia foi deixá-lo sóbrio e nos padrões atuais da marca, mas alguns talvez torcerão o nariz quanto a grade e farol, mas quem não garante que se o velho Opala ainda fosse fabricado a GM não adotaria essa grade? A idéia para o Diplomata foi essa, torná-lo mais atual que retrô, o único detalhe retrô que inclui foi a entrada de ar na coluna C.

Daniel said...

Ficou muito bonito o Opala Diplomata.Meu a Chevrolet deveria voltar a fabrica-lo,assim o colocaria numa posição acima do Vectra e abaixo do Omega,mas o motor poderia ser um V6 de uns 250cv(pra essa versão Diplomata) e um outro 2.4 Ecotec Flex de uns 185cv(esse motor eu eventei agora,rs.).Iria ser um belo rival para o Ford Fusion não acham???

Helton said...

Du parabéns pelo trabalho, mas já que vc teve todo este trabalho que tal fazer uma versão de como seria o Stok-Car deste Diplomata?!? Seria um trabalho e tanto.

parabéns....

Du said...

Talvez eu faça um para a versão cupe.

Felipe said...

Décio, seu trabalho é ótimo e sem igual! Dos teus projetos, acho que 90%, além de viáveis, seriam sucesso de vendas! A própria GM carece de carros como esse, que tenham mesmo algo único.

Felipe said...

E parabéns pela matéria no site da Revista Autoesporte! =D

Rafa Blog said...

O fato é,Du tu é meu ídolo..cara eu sou apaixonado por tdas tuas projeções,e espero qe no futuro eu siga uma profissão qe me agrade.Como designer,ou engenheiro.Em relação ao Opalão,ficou um carro realmente lindo,muito mesmo sem exageros..sóbrio cmo um Omega,em vez da esperança qe temos da GMB trazer o Malibu,pqe não aceitam um projeto 100% nacional,e metem o Opalão no mercado,seria um exxtremo SUCESSO!

Du said...

Os comentários sem serem registrados no Google voltaram, estava com um problema com Spams, tinha um que vinha umas 15 vezes por dia a mesma coisa, agora descobri como bloqueia só que para comentar agora é preciso confirmação de palavras. Mas no geral qualquer um pode comentar sem precisar ter conta no Google,

Desculpem pelo transtorno.

Abs

El Misionero said...

O carro ficou do carpaccio!!!! Esse merece o motor Ecotec 4.1 24V. Ou o Ecotec 4.3 V6 24v. Ou o Ecotec 6.4 V16 64v. Ou o Ecotec 4.0/4.8 V16 64v QUADRITURBO!!!!

Rellik said...

Eu concordo com o El Misionero. Que se danem os malditos econazistas.

Rafael Fagundes Castro said...

o trabalho eh bom eh um carro bonito mas nao eh um diplomata. prefiro o original mas parabens pelo trabalho. o diplomata original nao tem comparacao!!!

wilson welco said...

Du, a história resumida dos modelos logo abaixo dos seus comentários veio complementar culturalmente - para os visitantes mais novos do blog principalmente - o conhecimento da indústria brasileira. Parabéns, seus desenhos são geniais. Um abraço.

Du said...

Cara, é mesmo acho que a história foi até o comodoro, um momento ,eu já coloco.

Anonymous said...

O carro em seu geral ficou legal. Gostei da solução para a frente, que usou faróis menos compridos que os adotados do modelo 1988 em diante, mas achei a traseira excessivamente parecida com a da projeção que lembra o Opala das primeiras levas. Tudo bem que ficou aquele aproveitamento de uma traseira já existente, mas os Opalas de 1980 em diante tinham essa parte mais afilada e menos quadrada que a dos modelos até 1979. Tanto que nos Opalas de 1980 em diante, na parte afilada do estampo há um vinco vertical, quase como se tivessem soldado aquela parte afilada a um estampo existente. Em todo caso, vou compreender a proposta de se deixar o carro com desenho algo mais agressivo que o Opala original.
Gostei da solução adotada para a saída de ar, que acaba marcando bem a delimitação entre a área do para-lama e a do teto. Em uma produção em série, daria para ter um teto prensado em peça única, como o do Omega A. Além disso, em uma eventual colisão lateral, o serviço ficaria mais facilitado, pois seria trocado apenas um para-lama e não uma lateral inteira. Ainda sobre a solução da saída de ar, o fato de ela ter ficado envolvente tirou o ar de "alienígena" que a mesma possuía no desenho dos Opalas de 1985 em diante.

Em uma produção em série, por questão de segurança e facilidade de resgate de ocupantes, as maçanetas teriam de ser de alça ou um gatilho semelhante ao usado nos Minis, que ocupa a área inteira da maçaneta.
Ficou tambem a impressão de que foi dada uma suavizada na curva acentuada de linha de cintura que vimos nos Opala anteriores. Méritos aí para o frisinho cromado.

Ficou a impressão de que o dono do blog, ao menos na primeira imagem, quis reproduzir o efeito visual que havia nos Opalas da primeira metade dos anos 80, em que os piscas com luzes bipolo faziam também as vezes de lanternas. O carro ficava iluminado de ponta a ponta. Infelizmente isso é atualmente proibido na produção nacional (mas permitido nos carros que vêm do México, por conta da isenção que o acordo prevê). Um Opala novo de série poderia ter, para reproduzir em parte o efeito do original, as luzes de lanterna na extremidade externa do farol, abaixo da luz de seta, como ocorreria em um Palio da primeira reestilização.
Destaque positivo foi ver que o Du previu faróis biparábola. Tudo bem que a iluminação monoparábola de lente riscada do Opala original já era boa, mas com lente lisa já notei que muito fabricante tomou tapa e fez farol monoparábola que ilumina bem pouquinho. Em todo caso, o simples fato de a luz baixa não se apagar quando a alta é acendida já aumenta barbaridade o campo de visão no escuro. Sugestão para melhorar ainda mais a iluminação seria a de usar projetor, como em um Marea ou em um Astra reestilizado.

Fico no aguardo da Caravan (e neste caso, as linhas inspiradas no pós-1980 irão se casar melhor com a silhueta de um carro atual) e do cupê.
Motores para esse modelo? Há alguns, como o 2.4 Ecotec de 180 cv estreado na nova geração do Equinox. Este, flexibilizado, seria um herdeiro espiritual do 2.5 quatro bocas, com a vantagem de ser mais potente que um 250-S e seu menor comprimento fazer com que ele termine antes do eixo dianteiro como ocorria no Opala quatro bocas original, que não sofria do problema de frente pesada do seis bocas. Como disse em outras ocasiões, o único herdeiro espiritual do seis em linha na GM atual seria o 4.2 Atlas da Traiblazer, mas este é muito comprido e alto para cofres de carros. Soluções seriam o Ecotec 2.0 16v turbo com injeção direta e 260 cv (Cobalt SS e Sky Redline/Solstice GXP) ou o 3.0 V6 estreado na Cadillac CTS Wagon, com injeção direta e 258 cv.

icaro_marlboro said...

Caro Eduardo,

Achei interessante este seu trabalho, porém notei que tanto nesta quanto nas outras versões de Opala que você fez e em outros carros, que você utilizou muitas partes até de outros carros já existentes, mesmo que em outras dimensões ou com pouca mudança visual. Seria bacana você estudar as versões do novo camaro e do novo Dodge Challenger, verificar as mudanças que foram feitas sem perder as características principais e que não vieram de nenhum outro carro já existente. Achei o carro bonito mas(na minha opinião) não vejo o Opala própriamente dito. Mas continue desenvolvendo, acredito que em breve você possa estar no mercado, revolucionando a "mesmice" de hoje.

Mrs.Busta said...

ei du, por que você disponibiliza os 3ds pra download?, eu estava querendo converter aquele opala cupê pro TDU (Test Drive Unlimited)...

Auto Motivo Blog said...

Muito show o carro! Esse estilo de porta-malas é meu prefeirdo.

Dá uma passada la no meu blog.

Abraço

[CRF] Gustavo Santos said...

Ficou show!! Sóbrio, discreto, elegante, bem proporcionado e sem agressividades visuais desnecessárias; Civic e Corolla perderiam clientes para o Diplo, que sempre será um ícone da indústria automotiva brasileira. As vendas ficariam extremamente altas; os motores poderiam ser o Ecotec 2.4 da Captiva e um Ecotec 3.0 V6 (inventei esse v6) com potência entre 180 e 240 cv.

Parabéns ao Du pela projeção.

Roberto Freitas Araujo said...

Parabens cara, eu amo o Opala. Ficou show